30.9.05

http://www.volumezero.org/draw

27.9.05

Para aquela galera que gosta de sair correndo pelado em campo de futebol.

http://www.streaking.co.uk/halloffame01.htm

23.9.05

Vão ver Hotel Ruanda. Nem preciso dizer que o texto é bom pacas. Ah, e imagem tb eh texto viu queridas leitoras.

14.9.05

Filem bom tem que ter um texto bom. Não adianta. Não importa sobre o que é a história. Só interessa como ela é contada. Já vi filme bom sobre lutador de boxe, sobre jogador de sinuca e sobre jogador de poker. Esse é o truque. Tornar interessante uma cena em que o cara vai matar a bola 8 sem matar o bolão. Precisa de um baita texto.

9.9.05

Ele sabe fazer internet, mas fica fazendo isso.


http://www.izpitera.ru/lj/tetka.swf
Você já tentou passar alguma data comemorativa sem dar presentes?

8.9.05

Equação matemática


Definitivamente eu não tenho preferência.

Elas podem ser de qualquer jeito.

Mas que tenham o mesmo dinheiro que eu.

Que saiam para os mesmos lugares.

Eu não quero gordas.

Nem altas demais.

Nem ligadas em moda demais.

Talvez uma pessoa não muito alta.

Não pode ser muito branca.

Eu não procuro por elas o tempo todo.

Nem com a mesma intensidade.

29.8.05

Ei tarados, cuidado! Vcs nao sabem do q um celular com camera eh capaz.


http://www.flickr.com/photos/94886948@N00/35501732/in/photostream/

26.8.05

Li uma crítica sobre shakespeare dizendo que ele só é bom por causa do texto. Que a história nem é lá essas coisas. Mas contada de uma forma excepcional se torna brilhante. A mesma coisa acontece com Closer - perto demais de Mike Nichols. A direção é legal, a fotografia não atrapalha, a atuação tb. Mas o que arrebenta mesmo é o texto. Basta imaginar um diálogo entre um dermatologista e uma fotógrafa. Tem tudo para dar errado, mas não deu. Se eu fosse você ia correndo ver Closer. Talvez você aprenda a escrever um pouquinho.

23.8.05

O filósofo paulista, Sérgio Lima, lançou um livro com apenas 22 frases. O resto são indicações bibliográficas. Apartir de uma frase você deve ler obras de outros autores. Com essa sequencia de estudos, Sérgio vai construindo seu raciocinio.
Infelizmente vou ficar devendo o nome do livro. Prometo em breve avisá-los.

19.8.05

O amor não acaba

O amor acaba em cafés engordurados. Acaba ao meio do cigarro. Ou no desenlace das mãos no cinema. Como se elas soubessem antes que o amor tinha acabado.
O amor não se vai. Ele fica ali. Cigarros nos dedos…aquela fumaça que passa em nossa frente. Que a brisa do vento não responde ao bater em nosso rosto. Os olhos querem ir ao longe, mas não passam da confusão. Tudo o que foi dito sobre o assunto. Onde estavam essas pessoas?
O amor fica. E impregna nas roupas, nas fotos. Daqui há um instante você esquece isso. O amor nunca sai. É ruim…
Pense na tristeza. As mãos já não são mais tão sensíveis. Qual vai ser o próximo passo de dança?
Eu penso todos os dias na mesma coisa. Já não é mais amor.

Colaboração de Paulo Mendes Campos

16.8.05

Dessa vez eu não vou falar nada. Só vejam o documentário Da Vinci, o criador do Sudário?, do National Geographic. É sem comentários.

2.8.05

www.mundoperfeito.com.br
Eu vi Frida, mto bom. A história é boa, o roteiro é bom, os atores são bons. Mas quem comanda mesmo é a diretora Julie Taylor. Mostrar as inspirações que levaram a um quadro de uma pintora que pintava sentimentos não é nada fácil. Ainda mais sem usar palavras.

19.7.05

Vixi maria, cadê nossa privacidade?
earth.google.com
Hj tem celular que acessa internet, ipod que baixa noticia e mais um tanto de gadget pra deixar vc conectado com a mesma noticia que toca na rádio, que passa na televisão e que vc já ouviu todo mundo do trabalho comentar.
Vá ler jornalismo de verdade...

Pif Paf - 40 anos depois.
Millor Fernandes
Editora argumento

12.7.05

A parede


Um dia o cara parou na frente de um quadro e começou a rir. O pintor, achando aquilo tudo muito estranho, se aproximou e perguntou: por que o senhor ri tanto? Olha, a mulher está verde. Mas meu senhor isso é um quadro, não é uma mulher.
Por que a parede de uma casa tem que ser branca? Ou azul? Ou verde? Ou de uma cor só numa chatice sem fim?
Vai parede, me chama para dançar. Me diz algo bonito. Invade o teto e flerta com a luminária, com o quadro, com a cortina. A parede é a única que não tem libido.
Eu quero essa parede imóvel. Imóvel e companheira. Para eu olhar para ela todos os dias. Nos bons e nos ruins.
O que vai ter na minha parede? Não sei…é a parede quem escolhe. A vida é dela.
A minha parede vai ser minha se ela me aceitar. Ela vai dizer algo de mim se ela quiser. Ela vai ser simples ou complicada se ela quiser. Ela só não vai ser livre porque ela não quer.

8.7.05

www.hotelfox.dk
Eu vi Flashdance. Melhor, eu revi. Antes eu achava brega. Agora eu continuo achando brega, mas é muito bom. Não que eu esteja gostando do brega, mas a fotografia é muito boa. O lance de filmar na contraluz, de usar fundo infinito nas cenas de dança, os skylines da cidade. Tudo muito bem pensado e executado. E o aquecimento antes da dança? Cena estourada das partes do corpo, só a luz direta entrando pela janela. Muito bem feito. Vale a pena dar uma olhada no trabalho do diretor: Adrian Lyne.