13.6.11

Matt Lyon é um puta designer inglês. O cara trabalha com tipografia, padrões, cores e formas. Vale muito entrar no site dele.














10.6.11

Perfeito para ver numa sexta chuvosa como essa.

Wet-on-Wet from Vitùc on Vimeo.

7.6.11

Tété - L'envie & le dedain directed by Edouard Salier from edouard salier on Vimeo.

Essas fotos fofuxas de meodeus foram feitas para o novo documentário da National Geographic, Animais extraordinários em gestação (tradução livre), e foram feitas a partir de ultrassom 3D, computação gráfica e minúsculas câmeras para capturar o processo desde a concepção até o nascimento.





















Olha o bmx alcançando o skate. Filme bonito pacas.

Pi from Thomas Blanchard on Vimeo.

6.6.11

Para começar bem a segunda!

Seasons from Erica Haowei Hu on Vimeo.

Three Trapped Tigers: Noise Trade from garth+ginny on Vimeo.

1.6.11

É uma homenagem a Pollock, um dos meus preferidos também.

Dripped from ChezEddy on Vimeo.

27.5.11

Boa sexta, galera.

Rabbitkadabra! from Rabbitkadabra! on Vimeo.

23.5.11

Half from Alex Bohs on Vimeo.

Vovô from Luiz Lafayette Stockler on Vimeo.

17.5.11

Desenho de som incrível.

Matter Fisher from Moth on Vimeo.

10.5.11

CHICK from Mayki on Vimeo.

3.5.11

Absurdamente bom demais.

Apache from oneedo on Vimeo.

28.4.11

27.4.11

História boba bem filmada.

Focus from Ari Kruger on Vimeo.

26.4.11

19.4.11

Trabalho do ilustrador Michael Paulus. Muito bom.













Symmetry from Everynone on Vimeo.

A animatório é um estúdio de motion de SP, que tem mandado muito bem. Vale uma visita no site dos caras. Esse é o último trabalho deles.

Neomorphus from Animatorio on Vimeo.

14.4.11

Voyage from Marco Aslan on Vimeo.

13.4.11

Tô dizendo que não precisa ter ideia para fazer filme bom. Mas tem que ficar bonito.


Lilly Donaldson - Flying Hair from Mutant Jukebox on Vimeo.

12.4.11

8.4.11

Boa sexta, negada.

















7.4.11

MOBILE from Verena F. on Vimeo.

31.3.11

Não sei o que é melhor: o clipe ou a música.

Woodkid - Iron from WOODKID on Vimeo.

30.3.11

Filmes sensoriais funcionam muito mais do que qualquer propaganda de turismo. Ou você não ficou com vontade de visitar a Tailândia?


Phuket Breathing // Thailand from artisland on Vimeo.

20.3.11

Depois dos treinos para maratona, minha perna também fica assim. rs.

"Fixed" 2010 from Jeffrey Thompson on Vimeo.

10.3.11

Eu sei que a temporada europeia já está acabando (termina em maio), mas só agora eu vi essa vinheta da Premier League. Só posso dizer duas coisas: classuda para kct e chupa, Globo.

Um rock japonês bem esquisito com uma produção bacana.

"COPY" Official Videoclip from yasudatakahiro on Vimeo.

4.3.11

Sandy Lavallart fazia lá suas musiquinhas. Yannick Puig dirigia lá seus 3D. Os dois se juntaram e fizeram isso aí.


Kwoon - I lived on the Moon (personal project) - Sandy Lavallart from Sandy Lavallart on Vimeo.

22.2.11

Rapaz, esse mês eu tô bem musical. Curte aí.

Star Slinger - Mornin' Directed by Alan Jensen from Star Slinger on Vimeo.

9.2.11

É bom ser estranho.

Again and Again from Miky Wolf on Vimeo.

7.2.11

Paramim, bike e moto tem o mesmo apelo visual. Por isso, chamo tudo de bmx. Achei que faltou ação nesse vídeo aí, mas já dá para ver que não é só skate que tem filme bom.

ENDUROPALE TOUQUET 2011 from Bastien ROGER on Vimeo.

1.2.11

D-Twice’s Rock & Fall band – I.G.L.W.Y (Beat Torrent Version) from joshua catalano on Vimeo.

Self Burning é um coletivo russo que faz animações experimentais. Vale muito a pena dar uma passada no site dos caras para ver mais trampos.

Core from selfburning on Vimeo.

Strange Arrangements from weare17 on Vimeo.

Cat & Bird from ilovedust on Vimeo.

Vegeterrible from Henrik Sønniksen on Vimeo.

Vídeo de robô bem feito é como anúncio com bebê ou cachorrinho fofinho, sempre funciona.

T4 idents from double g studios on Vimeo.

Um pouco de calma a 253º Kelvin (-20º C).

Two Fifty Three Kelvin from Bart van der Gaag on Vimeo.

3.1.11

Doc mostrando um maluco indo a lugares antigos de Nova York. Bacana.


UNDERCITY from Andrew Wonder on Vimeo.

27.12.10

26.12.10

"Desculpe, foi o senhor que telefonou para que eu viesse amputar a sua perna?

"Eu? O que é isso? Nem sonhando!"

"Mas o senhor se chama Dante del Torro, não é? Faz meia-hora, um fulano me telefonou para que viesse alguém que lhe cortasse uma perna."

"Eu não telefonei. Deve ser outro Dante del Torro."

"Não, não... O endereço que me deram foi este. E neste endereço só há um Dante del Torro, que é o senhor. Um parente seu deve ter telefonado."

"Impossível. Hortênsia, por acaso você telefonou para que viessem cortar a minha perna?"

"Eu, não. Telefonei para o mercadinho pedindo que mandasse marmelada."

"Aí está, viu? Se o senhor tiver um doce de marmelada..."

"Como posso ter um doce de marmelada? Eu trouxe uma serra, pois quem me telefonou me pediu que trouxesse a serra, uma vez que na casa não existia uma serra."

"Engana-se. Eu tenho uma serra."

"Mas é evidente que a sua não deve servir para cortar uma perna."

"Como não? É igual a sua."

"Mas se é igual a minha, por que me levaram ao incômodo de trazer outra serra?"

"Ó Dante, deixa de discussão, homem de Deus. Deixa logo cortar esta maldita perna, mande-o embora e acabe logo com isso."

"Desculpa, Hortênsia, mas por que haverei eu de mandar cortar a minha perna quando não fui eu que telefonei? Tenho ou não tenho razão?"

"O senhor tem razão. Mas o que é que eu faço agora? Alguém telefona, eu compro uma serra nova, gasto meu dinheiro, venho até aqui e acabo perdendo o meu dia a troco de nada. O senhor também deve me compreender..."

"Bem, com boa vontade sempre se pode encontrar uma maneira de se chegar a um acordo. Tampouco ele, coitado, tem culpa. Escuta, Dante, você devia de algum modo concordar com ele. Por que não deixa que ele ampute um dedo seu?"

"Epa! Pára lá!, minha senhora: um dedo não é o suficiente!"

"Antes isso de que nada. Compreenda: é apenas para agradá-lo, porque eu poderia mandá-lo embora de mãos abanando, mesmo porque não fui eu quem o chamou.

"Bem, nesse caso, dois dedos."

"Ou um ou nada."

"Está bem, como quiser. Mas nesse caso, precisa que seja um polegar."

"Vá lá, vá lá... Que seja o polegar, já que me coloca nesta posição, está bem? E que seja esta a última vez, ouviu? Da próxima vez me telefone de volta para confirmar a chamada... Se o senhor não fosse um cara tão simpático... Pode... Ai!... porc... ahhh....vá aos poucos, isso, aos pouquinhos... Uuuuh!"
Medo. Medo de escrever e não sair nada. Não rimar condão com fada. Não confrontar a metáfora com a ênclise, atrás da porta que acabei de grafar. Medo do til ter medo de altura, e transformar meu ão em um monossilábico ao, com a redução do o a u, uma semivogal. Medo do i não aceitar o pingo, e ao lado de um zero, formar uma facção de códigos binários. Medo do ar não entrar pelo fonema, e este nunca sair nasal. Medo do texto atonal. Medo da falta de rimas métricas e assimétricas. Medo de sequestro de letras. Do papel em branco. Medo do silêncio do teclado. Do estado hiperbólico das sentenças. Morrer de medo. Estar aquém de um grande verso. Medo do reverso da poética. A metálica forma do medo. Medo de escrever plástico só por sua acepção. Medo das crases. Dos acentos circunflexos, por não existirem os circônflacos. Medo dos flancos do dois pontos. Medo do assombro sem exclamação. Medo do não com ponto final. Do mal uso da cedilha. Das filhas da letra ésse quando se unem aos verbos. Do que fazem com eles. Medo da interrogação. Medo de títulos e epígrafes. Medo de gafes. Medo da origem das palavras. Se nascem mortas de medo. Medo das línguas esquecidas serem as mesmas das quais me lembro. Medo de abuso do texto. Do limite de linhas. Dos rodapés e rubricas. Medo que o trema não seja nunca mais utilizado. E com ele vá-se embora toda a intriga. Medo da falta de idéias. Ou do extremo oposto. Algumas delas ressurgirem do esquecimento para o repetido uso. Medo do p e b mudos. Do hífen do contra-ataque da curva dramática de um texto. Do abandono entre parênteses das reticências por medo. Medo do travessão e da vírgula. Do narrador e da terceira pessoa. Do protagonista. Do epílogo. De uma frase sair à toa. Medo de assinar o final do texto. Da confissão do confuso. Do mal hábito de sentir tudo muito absurdo. E saltar. Soltar a folha cheia de medos por cima do resto do mundo.

23.12.10

The Unseen Sea from Simon Christen on Vimeo.

Nesta minha árdua busca por filmes de esporte, o skate continua ganhando de lavada. Mas o bmx mandou bem agora.

7D 2000 fps from Oton Bačar on Vimeo.

Reindeer from Treat on Vimeo.

22.12.10

Tem muito filme que não tem nada. Literalmente nada. Aí vem um trabalho fodão de pós e salva o dia.

ToyLife from Tony Zagoraios on Vimeo.

Church and Steak é um coletivo de filmes que fazem desde animação até comerciais e trabalhos autorais. Olha o último trampo dos caras.

Benoit Pioulard // "Lasted" from Church and Steak on Vimeo.

18.12.10

Com desenhos bem simples dá para contar uma boa história.

Sam Prekop - The Silhouettes from Thrill Jockey Records on Vimeo.

13.12.10

Ilustradora para prestar bem atenção. Minha opinião: a bichinha vai decolar. Tem mais trampos dela aqui.



6.12.10