15.7.08

http://video.google.com/videosearch?q=fut+midia+sa&sitesearch=#

7.7.08

O brasiliense (e acredito que em breve o resto do Brasil tb) enfim descobriu uma utilidade para o twitter: espalhar para meia cidade em 1 segundo todas as blitz do detran no final de semana. Ponto para o twitter.

2.7.08

http://motionographer.com/media/prologue/IRON_MAN_titles_LR.mov

23.6.08

www.df360.blogspot.com

19.6.08

Já não sei mais quem é o clássico: se as fotos ou o lego. Ou os dois.

http://www.flickr.com/photos/balakov/sets/72157602602191858/with/1614997917/
http://www.youtube.com/watch?v=5lX-2sP0JFw

4.6.08

http://www.youtube.com/watch?v=tbEei0I3kMQ

28.5.08

http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en

26.5.08

www.walldeco.com.br

16.5.08

http://www.youtube.com/watch?v=dBvDm_JLEcI

15.5.08

Ontem vi de novo O Homem com uma máquina de filmar, do Vertov. Feito no começo do século XX, é o puro deslumbramento do cara com uma máquina de filmar. Filmou tudo, mulher, carros, objetos, animais, fez fusões, enfim, se divertiu. Claro que o filme é mais que isso, mas fica na cara esse deslumbramento. Foi mais ou menos como eu fiquei quando vi este filme, consegui nem saber porquê. Não sei se foi pela técnica ou pela mensagem ou por qualquer outra coisa. Alguém tem um eno para eu entender logo essa porra?


http://www.blublu.org/sito/video/muto.htm

6.5.08

Referência fast-food

por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa

A qualidade de boa parte da informação oferecida pela Wikipédia, a enciclopédia das novas gerações, está abaixo da crítica

Gerações anteriores de estudantes de classe média usaram a Barsa, a Mirador ou a Larousse da família, às vezes até uma biblioteca. Copiavam, claro, mas ao menos tinham de ler o texto para passá-lo ao papel almaço com a caneta.

A atual tem uma só referência e gasta menos tempo. Em “Só faço trabalho com Wikipédia”, comunidade do Orkut, uma usuária escreve: “No Google aparecem várias coisas e a gente não sabe qual está certa... Já na Wiki vai diretinho!” Outra responde: “É bom porque não precisa gastar tempo procurando, é só ir lá que o trabalho já está feito. O único trabalho é apertar Ctrl+c e Ctrl+v, mandar imprimir e acabou...”

Parece que funciona. Sinal de conivência dos professores, pois é igualmente fácil checar, com qualquer buscador, se o texto foi colado da internet sem roçar a massa cinzenta do aluno. Pensando bem, talvez nem sempre isso seja ruim. Estudar certos verbetes da Wikipédia é pôr em risco tudo o que se aprendeu, se não a sanidade mental. Uma advertência do ministério competente não estaria fora de lugar.

O artigo Ditaduras, centenas de vezes editado e revisado desde 2004, é um texto raso, confuso, mal escrito, quase ininteligível: “O termo ditadura tem o significado de oposição à democracia, onde o modelo democrático-liberal deixa de existir e a legitimidade passa a ser questionada, pois as ditaduras modernas são um movimento totalitário...” Arremata, triunfal: “Liberdade democrática é o direito que todos os cidadãos têm de escolher um ou mais representantes que governarão o país tendo em conta os interesses de todos os cidadãos. Essa liberdade é congestionada (sic) numa ditadura”.

O verbete Arianos, com histórico similar, é outro feixe de tolices e contradições. Começa já discutível: “Esta página é sobre o povo antigo que colonizou a Índia”. Seguem informações ainda mais duvidosas ou errôneas: “Por volta dos anos 8000 a.C. e 5000 a.C. um povo de língua indo-européia originário de uma zona localizada entre o Mar Negro e Mar Cáspio, nas montanhas do Cáucaso, migrou por toda a Eurásia”. No parágrafo seguinte cai no absurdo: “A maioria da população européia é de origem ariana, daí a denominação da maior parte raça européia. Existem influências pré-arianas como os lusitanos, iberos e os ilusivos (sic) bascos”. Termina com uma tripla barbaridade: “Os arianos são de origem védica, da região conhecida como Tâmil, próximo da região bengali”.

O desvairado verbete Nova Ordem Mundial (conspiração) passou por dezenas de revisões e continua a dizer: “Criou-se, através do governo oculto, o mito da ecologia. É dada às crianças a liberdade de ir e vir, ao mesmo tempo em que se combate qualquer tipo de trabalho infantil, e se impede que as escolas usem medidas de controle contra os alunos. Por influência de uma alimentação suspeita de ser à base de hormônios, a média de altura de 1,70 m para homens adultos subiu para 1,80 m. Com isso, qualquer criança de 12 anos acaba sendo maior que seus pais, impossibilitando seu controle.” Um administrador mais sensato propôs eliminá-lo. Foi contestado: “Tem nas outras (línguas), na nossa também deve ter”.

Verbetes de (auto)promoção são comuns. Por exemplo, o do medíocre escritor paulista Orlando Paes Filho: “Baseada em uma precisa pesquisa histórica de fatos e pensamentos da Idade Média, a saga de Angus se estenderá (sic) por sete livros e cobrirá doze séculos da nossa (sic) história”. Ou o da marca Close-up: “Com este nome a Unilever mantém um projeto de prevenção e promoção de saúde bucal (...). A marca é um dos grandes destaques do mercado publicitário”. Seguem vínculos para sites de propaganda. Ou Dove: “Uma marca de história e um caso de sucesso no mundo inventivo do marketing de produtos”.

Também nos EUA, estudantes se acostumam com informação instantânea a tal ponto que procurar uma ou duas horas por uma boa fonte lhes parece absurdo. Um estudo sobre hábitos de pesquisa no conceituado Wellesley College, de Massachusetts, fez seis questões a alunos de uma turma de computação. Menos de 2% usaram fontes fora da internet para responder a qualquer delas. E a maioria se satisfez com a primeira informação que encontrou, sem conferi-la em outras fontes.

“Wiki”, em havaiano, é “rápido”. Rápido demais.

O projeto surgiu em 2001. Larry Sanger era, desde o ano anterior, o editor-chefe de um projeto sério, a Nupedia: uma enciclopédia on-line gratuita, de qualidade profissional, escrita e revisada por especialistas com, pelo menos, grau de doutorado.

A exigência de rigor exigia tempo e a Free Software Foundation, fornecedora da tecnologia, decidiu que o tradicional processo acadêmico de revisão por pares era burocrático e contrário à filosofia “democrática” do software livre. Iniciou um projeto concorrente, a GNUPedia. A pressão levou Sanger a criar a Wikipédia como um rascunho para que voluntários anônimos propusessem colaborações, antes que uma revisão formal as liberasse para a Nupedia.

O novo portal atraiu, como se esperava, os interessados no projeto concorrente, mas a crise das pontocom se agravou. Jimmy Wales, financiador do projeto, cortou o salário de Sanger, que se demitiu. A Nupedia foi abandonada com 24 artigos prontos e 74 em elaboração e a Wikipédia cresceu sem controle. Hoje, inclui 1,6 milhão de artigos em inglês e 4,8 milhões em 249 “línguas”, incluindo dialetos como “napolitano”, “lombardo” e “alemão da Pensilvânia” e pseudo-idiomas artificiais como klingon e volapuque.
Em 2004, no site kuro5hin.org, Sanger fez uma crítica muito dura à filha transviada. Explicou ter deixado o projeto por ser muito sério para um hobby em tempo parcial, mas também por não ter paciência para aturar, de graça, a “atmosfera venenosa do projeto”.

A começar pelo próprio Jimmy Wales, explicou Sanger, a comunidade da Wikipédia tem uma cultura antiintelectual. Falta respeito para com a perícia e experiência de especialistas e sobra tolerância para com quem os despreza e ridiculariza. Quem tem qualificação, mas pouca paciência, desiste: ao editar artigos sujeitos a qualquer controvérsia, terá de defender exaustivamente suas opiniões contra leigos ineptos, prontos para desfigurar seu trabalho e denunciar suas objeções como “censura”. Se reclamar, receberá um passa-moleque ou um pedido para “cooperar” com colegas incultos e pouco razoáveis. Muitas pessoas capazes, dispostas a cooperar educadamente com parceiros que fossem racionais, bem informados e bem-intencionados, caíram fora.

Em junho de 2006, depois de um festival de auto-elogios, calúnias sem provas, insultos, supressão de dados incômodos e sabotagens a biografias de políticos e personalidades, Wales impôs um mínimo de ordem. Fechou alguns dos artigos mais controversos a edições não autorizadas pelos administradores e criou um comitê de arbitragem. Começou-se a assinalar afirmações duvidosas com a nota “Carece de fontes” (confira o verbete Ditaduras cubanas para um exemplo tragicômico). Mas, em nome dos “direitos individuais”, Wales recusou-se a incorporar um controle editorial mais extenso.

A idéia é que, por tosco e parcial que seja o artigo inicial, as sucessivas edições, mesmo por usuários não especializados, logo o melhorariam e o aproximariam do estado da arte, à medida que cada um trouxesse o seu pedacinho de informação – tanto que a organização mede a “profundidade” de seus artigos, acredite se quiser, pelo número de alterações feitas.

Assim como certos economistas pensam que a soma dos conhecimentos de milhões de participantes de uma bolsa de valores resulta necessariamente na melhor avaliação possível de uma empresa ou mercadoria, que nenhuma análise ou perícia especializada poderia sonhar superar. Não é verdade na economia, como se viu no colapso do índice Nasdaq e de gigantes como a Enron e a Worldcom na virada do milênio.

Muito menos no conhecimento. Basta um passeio rápido para se constatar que (ao menos na versão em inglês) um verbete tem mais chances de ser bem-feito e confiável quando trata de um tema tão especializado e insignificante aos olhos do leigo que os especialistas têm permissão de trabalhar em paz.

Mas o usuário médio fica satisfeito por encontrar uma resposta rápida. Audiências de executivos e marqueteiros, às quais Robert McHenry, ex-editor-chefe da Encyclopedia Britannica, perguntou se não era importante que a resposta também fosse correta, responderam com olhares de embaraço ou de indiferença.

McHenry rastreou a história de um verbete para mostrar como sua dialética encaminha o texto não ao estado da arte, mas sim à mediocridade do usuário médio. Um artigo razoavelmente coerente sobre um dos “pais fundadores” dos EUA foi emendado por palpites e opiniões contraditórias até cair ao nível de uma redação ruim de ensino médio (grau C, na sua avaliação). Seu conselho:

– Quem vai à Wikipédia aprender algo ou confirmar um fato está na situação de quem visita um sanitário público. A imundície pode ser evidente e levá-lo a ter cuidado, ou a aparência de limpeza pode lhe dar uma falsa sensação de segurança. O que ele certamente não sabe é quem foi o último a usar a privada.

Ou a rabiscar a porta. Em 6 de fevereiro, quem procurasse, na versão em inglês, pelo rei Alfredo, o Grande – um dos mais importantes da Inglaterra medieval – encontraria apenas a frase “he was a gay boy” (ele era um homossexual). Não era o primeiro vandalismo inexplicado. Em outra ocasião, o texto original foi substituído por uma historinha sobre Alfredo como mendigo. Um usuário tentou inserir, várias vezes, um vínculo com um site turístico sem relação com o tema.

Em outubro de 2006, Sanger anunciou um novo projeto chamado Citizendium, mais flexível que a Nupedia, mas com mais credibilidade e responsabilidade que a Wikipédia. Os colaboradores terão de se identificar e serão supervisionados por moderadores e especialistas qualificados, cujas credenciais serão conhecidas do público. Ainda não foi lançado, mas seu grau de exigência provavelmente o fará começar menor e crescer mais devagar que a concorrente.

Mesmo quando existir, os usuários custarão a descobri-lo. Google e similares hierarquizam as buscas contando a quantidade de vínculos (links) que levam, direta ou indiretamente, a cada página com a palavra ou expressão procurada, além de valorizar páginas que anunciam no buscador e suprimir aquelas que possam lhes trazer problemas.

Como os criadores de página tendem a vincular aquilo que encontram primeiro no buscador, sites grandes e conhecidos, seja qual for sua qualidade e originalidade, são perpetuados no alto da lista. É uma formidável barreira de entrada a proteger oligopólios da informação, o pensamento único e a mediocridade. Uma busca sobre algum tema enciclopedizável provavelmente mostrará na primeira página o artigo da Wikipédia e seus clones em sites comerciais que, como Answers.com, brainyencyclopedia.com, cafepress.com e outros, reproduzem seus textos sem nada acrescentar, salvo publicidade.

Tratar tal metástase de pseudo-informação medíocre e disforme não será fácil. Não se encontram facilmente acadêmicos dispostos a trabalhar de graça, muito menos tendo de se justificar a usuários semiletrados. Por outro lado, livros especializados são protegidos por copyright de publicação na web. E, mesmo postas na internet, as publicações acadêmicas são, na maioria, fechadas a não assinantes e inacessíveis aos leigos interessados em referências sérias.

Talvez governos e fundações culturais devessem financiar projetos de enciclopédias on-line supervisionados pela comunidade acadêmica, se quiserem evitar esse nivelamento por baixo e garantir às novas gerações o acesso a informações não apenas rápidas, mas também corretas e confiáveis – ou, no mínimo, uma razoável pluralidade de fontes de referência.

5.5.08





Após 20 anos sem fazer postal, lá vão os últimos que saíram do forno.

2.5.08

2 de Maio, sexta-feira, e você não enforcou. Aumente o som e "enforque" seu chefe.

http://www.youtube.com/watch?v=Ktgsn_G59os

29.4.08

Tem 30 e ainda mora com os pais. Não quer perder o conforto de casa. Justifica que o mercado está concorrido e paga mal. Não sabe que está perdendo, na verdade, sua juventude, sua força de fazer algo extraordinário. Bunda mole. Estudou 7 anos de medicina, 5 de nutrição, 4 de publicidade mas tem medo do mercado, dizendo que o mercado é isso e aquilo, e resolve estudar para concurso. Bunda mole. E de tanto ter medo de quebrar a cara, vamos nos tornando na nação dos bunda moles. E aí, vai escrever um comentário reclamando?

25.4.08

A Microsoft quer comprar o yahoo! que é dono do flickr. O Google tem o gmail, o orkut, o youtube e o blogger. E agora fez um acordo com a Nokia, que usa o windows mobile nos modelos nseries. O que essa frase nerd do cacete quer dizer?

Se você tem um nokia e uma conta do gmail e do yahoo!, você manda email do celular pro seu disco virtual, tira foto pelo celular e posta no blogger, no flickr e no orkut, posta video no youtube pelo celular,manda email pro seu yahoo que redireciona pro flickr que posta os anexos e redireciona pro blogger, pro blogspot e por mais pra qual url você quiser. Faz podcast, videocast e o escambau instantaneamente.

Eita vida geek da peida.

11.4.08

Eu não sei pra quê que serve, mas em todo caso...imprima e desligue o computador.

www.readymech.com

10.4.08

Me faltam palavras para escrever sobre esse filme. Ou eu ainda não digeri o que vi ou simplesmente não consigo arquitetar nenhuma linha de raciocinio digna de ser descrita aqui. Não importa. Vão ver Nós que aqui estamos, por vós esperamos.

É um tapa na cara. Assiste e depois a gente conversa.

24.3.08

única forma de falar comigo quando estou em casa é o celular. Isso porque poucos sabem meu endereço e também não tenho fixo. Enquanto a bateria está cheia, ok. É ótimo saber que você pode ser encontrado a qualquer hora do dia ou da noite. Isso é estar conectado. Mas quando a bateria acaba, o desespero começa. Como é ruim ficar incomunicável. Ora, então todo mndo acha bom ficar conectado? Não. Em um mundo com banda larga, celular, palm, iphone e outros gadgets ficando cada vez mais populares, as pessoas anseiam pela desconexão. E quando se desconectam, se desesperam. Vai entender.

13.3.08

O título se vale pela ignorância do dono deste blog sobre a publicação de tal site. Mas vale a pena ver.

World press photo

http://www.worldpressphoto.org

6.3.08

Velho, sem sacanagem, eu não tô miguelando post...é que o assunto tá pouco mesmo!!!Hehehe...eu sempre falo das trilhas dos filmes mas nunca mando você comprar o cd. Hoje é o dia. Vai comprar a trilha sonora de Meu nome não é Johnny. Agora! Mto bom ouvir aa uu do titãs pela milionésima vez.

21.2.08

Sabe pq cinema brasileiro caminha a passos curtos? Claro, falta de talentos, de grana...mas tb pq somos cerebrais demais. Aqui se pensa mto, o q é bom, afinal, tudo tem que sair direitinho: fotografia, direção, atores...mas pense em filmes gringos: em muitos casos, só o roteiro é bom, ou só a fotografia, ou só um determinado ator. E com eles ganham com isso? Com volume, se transforma cinema em indústria. E com indústria é mto mais fácil fazer filme bom. Então produza!

7.2.08

Internet é sempre associada com velocidade. A troca rápida de dados. Eu dou muito valor a isso, é verdade. Mas com certeza ela não é a única parte importante da rede. Blogs nao comentam as ultimas noticias, nao competem com os jornais. Nao na corrida contra o tempo, competem na reflexao da noticia. Que nao precisa dessa velocidade toda. E mais e mais, muito alem da blogosfera, a internet vai descobrindo seu caminho lento. Como a mais nova brincadeira,ver as reacoes de 2girls1cup no youtube. Vc pode ver hj, amanha, semana que vem. Nao importa. A internet está adquirindo sua própria velocidade.

2.1.08

Vi Meu nome não é Johnny. Se fosse pai de santo diria que é o melhor filme de 2008. A história parece boba, um playboy que vira traficante: nem precisa dizer que todo mundo teria que rebolar pra fazer um bom filme. E rebolaram. Mauro colocou uma pegada rock à direção e se deu bem. Mariza mandou bem na produção e inseriu divertidos diálogos que Selton tirou de letra. A fotografia não tinha muito que fazer, então se divertiu brincando de super 8, o que fica sempre bom. Cleo deve ganhar o kikito de atriz coadjuvante (olha o pai de santo outra vez). Mas o destaque fica a cargo da trilha sonora e do figurino. Que produção. Me parece que o cinema brasileiro fez 18 ontem. E já quer tirar carteira.

17.12.07

O normal por esses tempos é sempre buscar referência nova. E estou falando de tudo, livros, arte, cinema, futebol, moda, qualquer coisa. Todas as coisas. Li então uma declaração do Nelson Rodrigues (não importa se a declaração não for dele) dizendo que existem só uns 2 ou 3 livros essenciais. Um choque para mim na época, parecia retrógrado, como se nada feito depois pudesse ser melhor. Até a ficha cair. Leia os autores consagrados. Mas leia tudo. Então aí vai a dica: a mulher do vizinho, Fernando Sabino. Antes de ficar se arriscando por aí, leia o que todo mundo acha que é bom. Ah, você pode discordar de todo mundo no final, mas leia.

12.12.07

Muito bom reviver. injeção de ânimo ver trabalhos assim.


http://www.fernandofalcone.com.ar/

11.12.07

Eu venho e depois volto. E ficam sempre a me perguntar quando volto? Quando tenho algo interessante, a resposta metralhadora na ponta da língua. Um mês sem postar? Que calmaria essa sua mente, hein!

31.10.07

Eu sei que vc não tem coragem de chutar o pau da barraca da sua vida como eles fazem. Então pelo menos acessa e se divirta um pouco.

www.sp-studio.de

16.10.07

O que falar de Caetano? O cara é artista mesmo!!! Há tanto tempo na estrada e não desiste. Fez tropicália, cantou com a Sandy, fez funk de baixo calão e mais um monte de coisa. Nem vou entrar no mérito de ficar julgando o que ele faz, mas ele fica remoendo música, tirando leite de pedra. Só quem é artista para entender a desse cara. Ficar lá, dia após dia, escrevendo, compondo, se julgando...
Agora lançou mais um chicletinho de novela.
Oração ao tempo. Baixe e escute.

20.9.07

Vá ver tropa de elite. No dvd pirata e depois no cinema. Sim, o filme é bom e vale a pena você assistir duas vezes. Mas para, principalmente, você perceber que assiste ao mundo bestializado. O filme mostra como o Bope e a polícia funcionam. São tantas novidades para a grande maioria das pessoas, e aí uma das razões de tanto sucesso, que poucos são capazes de argumentar alguma coisa. A maioria das pessoas não sabia que a polícia age assim. E a maioria também não tem argumentos para falar que ela não age assim. José Padilha, o diretor, nos apresenta uma seqüência de fatos que não sabemos se ficamos atônitos com tanta realidade ou se procuramos em nossas rasas experiências como achamos que a polícia funciona. Somos espectadores bestiais vendo a vida passar em nossa frente. Padilha pode mentir, dizer a verdade, exagerar, omitir e fazer o escambau: continuaremos olhando tudo com enorme fantasia, boquiabertos. Somos rasos demais para dizer se isso é verdade ou não. E mais uma vez o povo assiste a tudo bestializado.

10.9.07

O amor acaba em cafés engordurados. Acaba ao meio do cigarro. Ou no desenlace das mãos no cinema. Como se elas soubessem antes que o amor tinha acabado.
O amor não se vai. Ele fica ali. Cigarros nos dedos…aquela fumaça que passa em nossa frente. Que a brisa do vento não responde ao bater em nosso rosto. Os olhos querem ir ao longe, mas não passam da confusão. Tudo o que foi dito sobre o assunto. Onde estavam essas pessoas?
O amor fica. E impregna nas roupas, nas fotos. Daqui há um instante você esquece isso. O amor nunca sai. É ruim…
Pense na tristeza. As mãos já não são mais tão sensíveis. Qual vai ser o próximo passo de dança?
Eu penso todos os dias na mesma coisa. Já não é mais amor.

30.7.07

Se você é professor ou publicitario tem que ir à OCA ver a expo do Leonardo da Vinci. Mostra as maluquices que o cara fazia. As invenções militares, os inventos musicais, os aparatos de engenharia e os de mergulho. Ah, tem também os estudos de anatomia.

O cara nao pensava se ele deveria manter o foco em 1 tipo de estudo ou se aquilo que estava pensando serviria para alguma coisa. Ele simplesmente fazia. Nao tinha essa nóia e pseudo-esquizofrenia que o mundo moderno tem de ser altamente especifico. Eu nasci para ser engenheiro quimico. Nao. Ele pensava sobre tudo. E anotava. Tinha varios caderninhos e saia anotando tudo. E produziu muito. Muita coisa tosca tambem. Acredito que se ele se debruçasse sobre um assunto seria capaz de melhorar muito seus proprios inventos. Mas estava mais interessado e focado na criatividade.

Dá para descobrir também que o Leo foi surdo. Porque ao ver tamanha diversidade, impossível não imaginar alguém chamando o cara de louco e de sem foco. Ainda bem que ele não ouviu esses trouxas.

Então pára de ler isso aqui e vai fazer algo. Não importa se vc descobrir uma formula matemática e depois largar tudo e ir estudar nutrição. Vai lá e faz.

9.7.07

Mero exercício reflexivo. Não há desenho sem reflexão. Definitivamente não há mais linhas. Chega ao fim a busca de 6 anos por um conceito.

29.6.07

Quem são essas pessoas que sentam ao seu lado? Que passam o dia mandando fazer o que você manda, ou que mandam você fazer coisas? Quem são? E você gosta deles? Porque passa o dia todo com eles...e quem você gosta: você espreme o tempo para vê-los e acorda cabisbaixo na segunda. Não parece óbvia a inversão? E você vai continuar aí sem fazer nada? ao ver o tempo passar, você vê quem ama se distanciar e se relacionar a vida toda com outras pessoas quemsão?. E aí, não vai fazer nada?

22.6.07

Sequencias são dificeis de se filmar. Não pela parte técnica, mas os problemas começam no roteiro. Você já conhece os personagens...dificil revelar um traço marcante que não confunda a história. 13 homens e um novo segredo e Shrek 3 enveredam por esse pântano. Chato. Já se conhece os golpes e as piadas. Tudo igual. Então para quê? Bom, as salas continuam cheias. É o vício na falsa expectativa. Você já sabe o que vai encontrar, mas não sabe a forma, certo? Já pensou gastar 18 mangos e não se divertir? Tragédia. Eles acham que fizeram um filme, você acha que se divertiu e todo mundo volta para casa feliz.
Palavras-chave para refletir, pesquisar no google ou jogar na minha cara: vício, expectativas e rotina.

20.6.07


Falei com um amigo hoje, o diretor de arte Leo Pinto, da Ogilvy da Hungria. E aí? E aí que vamos propor uma expo de fotos na embaixada do Brasil. Será que rola?
Depois de Brasília e Rio, rumo a Budapeste? Vamos ver....

Se eu não for jumento pra cacete, consigo colocar uma fotinho aqui para vocês verem.

18.6.07

Cansei de escrever sobre cinema.Se você ainda não conseguiu ver cinema de uma outra perspectiva, problema seu. Estou procurando alguma coisa interessante para postar. Sugestões?

8.6.07

Fui ver a expo do Aleijadinho no CCBB. Sem graça. óbvia demais. Não a expo, o trab dele mesmo. Conclui que ele só poderia mesmo ser um doente. Me pareceu um homem obstinado, dedicado, colocando todo seu domínio técnico em apenas um tema: a religião. Não há pensamento, não há discurso inovador, não há preguiça, desvios de atenção, nada...uma vida voltada a religião. Fervorosamente. Suas peças são arrojadas, a madeira imprime cada quesito brilhante da sua técnica. Um doente, perturbado mentalmente por um único raciocínio. Uma pena.

30.5.07

http://david-heron.me.uk/blog/2007/04/08/virtual-barbershop/

2.4.07

Vá ver 300. O quadrinho é bem melhor que o filme, mas mesmo assim: vá ver o filme. Sei que não se deve comparar mídias, mas o quadrinho continua sendo melhor.
Cada segundo tem 24 frames. Em 120 minutos de projeção...deve dar uns 172.800 frames. Deve ser mais ou menos isso o número de layouts que dá para tirar do filme.

Depois do filme, vá direto pra academia. Vai malhar, seu gordinho.

2.3.07

Chegou 2007. E você, já conhece o segredo?

www.thesecret.tv

8.12.06

http://www.afraudedoseculo.com.br/

4.12.06

Procurem nas bancas. É bem fácil de achar. Não tem nome na capa, nem número de edição. Não tem nada na capa. Uma revista que traz trabalhos de artistas plásticos e designers gráficos. Pura imagem. Parabéns pelo arrojo de não colocar uma palavra na publicação inteira.

24.11.06

Vi Fica comigo esta noite, de João Falcão. Ótimo. Filme para descontrair, despretensioso, não na ambição ou na realização, mas no humor. Mostra que um filme pode ser leve. E não há nada de errado com isso. Foi um carinho. O tapa veio de manhã. Terráqueos ( Earthlings), documentário sobre o tratamento qu damos aos animais. Pode ser facilmente encontrado no youtube. Recomendo os dois. Depende do seu estado de espírito.

10.11.06

Definitivamente faz tempo que eu não vejo cinema. Muito mais ainda cinema bom. Não estou dizendo que Os infiltrados de martin Scorsese é o melhor filme do ano, mas tem uma trama interessante. Vá ver, mas não se prenda à trama. O mais legal são os pequenos detalhes de direção e fotografia. Vá ver. Porque final de filme de espionagem todo mundo já sabe qual é.

25.10.06

Imagine-se artista. Você preferiria trabalhar em outra atividade e viver frustrado ou viver de arte mas saber que o comprador das suas obras as destrói depois que compra?

11.10.06

A Disparate Corporation está chegando ao Brasil. Alguém sabe que m... é essa?

4.8.06

Fazia um tempo que eu andava meio assim com música...

Até escutar St Elsewhere, do Gnarls Barkley.

Vale a pena escutar. Até mesmo o ritmo-chiclete de Crazy.

25.7.06

Para quem vive reclamando que as oportunidades não aparecem:

www.fiat30anos.com.br

procure pela MOstra Fiat de Arte Contemporanea

27.6.06

Filme da vez: Noiva Cadáver, do Tim Burton. Tem gente que encaixa como mais uma produção bizarra do Tim Burton. E não deixa de ser. Mas por que é que não pode ser? O que você tem contra o fantastico? Ou o fantasioso? Histórias mirabolantes..personagens esdruxulos...nãõ há mal neles.
Viva a loucura porque você é um pé no saco.

22.5.06

Tirando o bafafá e todos os comentários inflamados, Código Da Vinci é sim um bom filme. Nada que mereça marcar a história do cinema, mas o roteiro é muito bom. Howard, o diretor, explorou bem os detalhes que ligam a trama de Dan Brown. Mas a coisa mais importante do filme é um óbvio que todo católico deveria saber: o cristianismo é uma politicagem só. Não em sua origem mas em combates de grupos internos por poder. Só isso é um prato cheio pro cinema.

10.5.06

www.interesting.com

5.5.06

Os irmãos Coen erraram ao fazerem Matadores de velhinhas. O resultado não ficou bom. O erro? Não foram eles que escreveram a história. Se basearam em um conto já existente. De resto tudo vai bem: os personagens são bons, com exceção do negão que acabou ficando preconceituoso e caricato, a direção é boa, a luz também... Mas o que não ajuda é a história. Cada plot point sem vergonha viu?

2.5.06

Não tem muito que falar não. É pegar e assistir. Anos 80 total, para quem tem mais de 25 vai se lembrar de como era viver naquela década. Boa sessão da tarde.

25.4.06

Tomem cuidado com arte contemporanea. Um jeito visual interessante de escrever pode prender você. É o que acontece com Metabiótica, de Alexandre Órion. A interferência na foto é muito interessante. Mas não passa disso. O diálogo dos elementos é raso e disperso. O humor atrapalha o quê de social das outras fotos. O lado infantil também atrapalha. E no final, do que ele está falando? Para onde essa obra vai? Acho que esse artista pode ir além. Mas ainda não foi o caso.

24.4.06

O porteiro, indiferente, bocejou ao abrir a porta. O elevador não permitiu nenhuma conversa. Ela queria falar, a porta lhe impediu. Ela o olhava como se pedisse um pouco de atenção. Ele só estava com fome.
Deitada na cama, a luz fraca da noite iluminava a cômoda. Os olhos marejados impregnavam o móvel com tristezas. Logo aquele móvel, que trazia escondidas pelas sombras fotos de pretensa alegria. O tempo lava mais fácil a felicidade mentida. Ao lado, o namorado grunhia recados de amor barato. Amava mais o travesseiro que a ela.
A cômoda insistia em lembrá-la do pai. Era como um telão a passar momentos da tortuosa infância. O pai, filho de caminhoneiro, praticamente não vivia em casa. Foi criada pela mãe, pela tia e pela amante do pai. Sendo as últimas duas a mesma pessoa. Ambas irmãs sempre souberam de tudo. O marido e amante as obrigava a se deitarem juntas. Esquálidas, nada podiam contra ele. Um sujeito animalesco. Mas tinha a decência de deixar a meninota dormir em um quarto separado enquanto surrava palavras ao ouvido delas e da comunidade inteira.
Ela tinha só 12 anos, quando uma noite ele parou sem roupas em frente à sua cama. Ela acordou esbaforida. Calmo, mandou-a colocar a boca em suas partes. Gritou. Sem forças, a mãe escondida na penumbra da porta consentia com lágrimas. Só levantou porque era sua filha. A tia, convivendo há anos com essa dor, músculos enrijecidos pelo sofrimento, pensava que as coisas poderiam ficar menos difíceis com a vinda de uma nova carne. Mesmo sendo a de um membro da família.
Ela obedeceu. Colocou-o na boca e quis logo tirar assim que o sentiu endurecer. O amante não deixou. Segurou-a pela nuca, como se fazem com os cachorros. Facilmente alcançou sua garganta. No segundo depois, arremessou-a contra a cabeceira dura da cama. A mãe continuava a observar tudo da entrada do quarto.
De súbito, entra no quarto e enfia o dedo na vagina da filha. Pronto! Chega! Já não é mais virgem, gritava. E chorando se recostou no guarda-roupas e foi deslizando até o chão. Viu a filha carregar a dor que ela não conseguira suportar em trinta anos. Não, não, não.
Fora um ato impensado. Não se lembrara dos momentos de ousadia que tivera nesses anos todos de casados. A mão suja de graxa a refez lembrar. Destroçada por um simples safanão, não conseguiu mais levantar.
Gordurento, voltou-se para a pequena e abriu-lhe as pernas franzinas. Ela não derramou uma só lágrima.
A noite parecia calma. Mas as trevas nunca gritam em quando se há agitação. Por que uma lembrança tão antiga veio à tona? Os olhos continuavam marejados. As pernas frias começaram a tremer. A cômoda ainda chamava a sua atenção. Aqueles pensamentos não saíam da cabeça. De repente, um beijo do companheiro. Ele só queria que ela dormisse. Sentiu nojo dele. E da sua boca. Ela não queria mais aquele corpo. O dele e o dela. Tinha repulsa àqueles peitos murchos. Aos cabelos desgrenhados. Às costas que mostravam as costelas.
Um líquido veio aquecer as pernas. Sangue seco não sai do lençol. Não se importou muito, aqueles lençóis não eram dela mesmo. E por alguns minutos, não teve nojo de ter as pernas molhadas e cheirando mal. Sentia a dor se esvair.
A noite não iria gritar. A brisa da janela aberta refrescava o suor nos olhos fundos. O lençol grudava nas pernas. Era só mais uma noite.

17.4.06

Hoje é dia de olhar uma exposição. E por que você precisa fazer isso se você já tem um artista/movimento preferido? Porque arte é renovação. Toda hora fica mudando conceitos, temas e jeitos de ver o mundo. Há também muitos diálogos entre artistas. Se você não vai a exposição, fica parado no tempo e não renova as idéias.

Ok, você chegou a exposição. Geralmente quem não vai muito a exposições fica receoso nas primeiras visitas. Relaxe. Em quase todas as exposições existe um texto do curador ou do artista na entrada do salão. Não leia esse texto! Vá direto ver as obras. Dê uma circulada geral, olhe as obras, pense sobre o que elas estão te dizendo. Não se preocupe se você não entendeu muita coisa. Pense sobre o que você achou das obras. Tente ir além do é bonito ou não. Se você conseguiu formar uma opinião sobre 1 obra, parabéns. Arte não é feita para você entender tudo de cara.

Ok, agora volte e vá ler o texto do curador. Eles geralmente explicam o que a exposição quer passar. O problema desses textos explicativos é que eles são viciantes. Você chega perdido a uma exposição, sem saber o que esperar, sem saber se vai entender e se depara com uma explicação de bandeja, assim, logo de cara. Isso vicia o olhar. Você vê as obras e só enxerga o que o texto disse.

Isso não tem graça. Porque não foi você que descobriu aquilo, pode não ter sido aquilo que chamou sua atenção. Quando você vê primeiro as obras, você vê o que te chama a atenção e pensa sobre isso. E depois você acrescenta o que o curador acha das obras. Você sai com 2 visões diferentes.

Não se preocupe se o que você percebeu é diferente do que o curador disse. Uma obra tem infinitas interpretações e nem sempre o curador vai conseguir abordar a maioria delas.

Você não precisa sacar tudo. Se você aprendeu uma coisa nova, já valeu a pena.

Se você gostou da exposição, procure a biografia do artista no google. É rápido e fácil. E vai te ajudar a entender mais as obras de determinado artista.

13.4.06

O próximo passo é aprender sobre as técnicas. Lembra quando você ia nos museus e tinha um papelzinho do lado do quadro dizendo assim Oléo sobre tela? Ou falando acrilico sobre tela? Hoje você vai saber porque esse papel é importante.

Imagine que você vai desenhar. Pega um lápis e começa a fazer traços. Só que o lápis começa a se esfarelar e o traço não fica exato, fica manchado. Esse lápis é o carvão. Se vocë souber que o carvão desmancha e não faz traços precisos, você não vai reclamar que o desenho está todo manchado quando ver um desenho feito com carvão.

Conclusão: o material influi na obra final.

O Guia inicial:

Tinta a oleo. É uma tinta a base de oléo.(sério?) Ela demora para secar então você pode corrigir pinceladas erradas. Quando você vê um quadro renascentista com aquelas pessoas "perfeitas", saiba que elas foram feitas a oleo. Essa tinta permite isso, que o pintor fique horas durante o quadro, corrigindo, detalhando e olhando os minimos detalhes.

Tinta acrilica. É a base de água, bem mais fácil de manejar. Mas ela seca mais rápido, não dá para ficar detalhando e mudando tanto quanto a oleo. Mas as cores ficam bem mais vivas. Se você fosse pintar algo bem chamativo, com certeza, não pintaria com oleo.

Resumo. A técnica influi na obra. Para que pintar com todo detalhe se eu posso jogar a tinta direto na tela? Comece a reparar como a técnica muda o jeito de ver a obra.

Quando você gostar de um quadro, olhe sua técnica e procure na web. Você vai perceber como isso faz muita diferença na hora de olhar um quadro.

12.4.06

Agora que arte já faz um certo sentido para você, vamos ao passo 2:uma panorâmica. Você precisa conhecer a história da arte.GEral, não se limite a história ocidental. É preciso estudar o que rolou no Brasil e no Oriente. Sim, porque apesar do Brasil ser ocidente, sua arte é muito pouco estudada. Você não precisa ir muito a fundo. Nessa etapa o que vale é ter uma boa noção geral. Tem que sacar como as pessoas se relacionavam com a arte. Vai te ajudar a entender melhor como é a SUA relação com a arte. Talvez você goste das pinturas rupestres, que eram feitas nas paredes das cavernas. Será que é possível fazer um paralelo com o mundo contemporâneo? Talvez www.hotelfox.dk explique alguma coisa.

Para fazer uma panorâmica da arte, acesse:

http://mdi.busca.uol.com.br/framemdi.htm?name=Timeline%20of%20Art%20History&star=3&url=http://www.metmuseum.org/toah/splash.htm
Agora que arte já faz um certo sentido para você, vamos ao passo 2:uma panorâmica. Você precisa conhecer a história da arte.GEral, não se limite a história ocidental. É preciso estudar o que rolou no Brasil e no Oriente. Sim, porque apesar do Brasil ser ocidente, sua arte é muito pouco estudada. Você não precisa ir muito a fundo. Nessa etapa o que vale é ter uma boa noção geral. Tem que sacar como as pessoas se relacionavam com a arte. Vai te ajudar a entender melhor como é a SUA relação com a arte. Talvez você goste das pinturas rupestres, que eram feitas nas paredes das cavernas. Será que é possível fazer um paralelo com o mundo contemporâneo? Talvez www.hotelfox.dk explique alguma coisa.

Para fazer uma panorâmica da arte, acesse:

http://mdi.busca.uol.com.br/framemdi.htm?name=Timeline%20of%20Art%20History&star=3&url=http://www.metmuseum.org/toah/splash.htm

11.4.06

se vc nunca foi a uma galeria, a última vez q foi a uma exposição foi pelo colégio ou dormia nas aulas de arte da escola, este curso é para você.

Aula 1 - Para que arte?

Arte precisa fazer sentido na sua vida. Críquete não me desperta interesse. Não faz sentido para mim. Está fora da minha vida. Se arte não faz sentido para você, arte está fora da sua vida.

Mas, sim, ela faz sentido na sua vida. Mesmo você achando que não.

Quem não tem um estilo musical preferido? Uma música que marcou uma época? Um quadro pendurado na parede de casa? Quem não tem um livro no criado mudo?

Não estou questionando a qualidade disso tudo. Só quero mostrar que arte faz sim sentido na sua vida. É hora de pensar sem preconceitos sobre arte.

7.4.06

Maria, cheia de graça.

Vale a pena ver. A história é triste, não chega a ser um denuncismo exacerbado. O filme meio que anda torto, tropeça várias vezes. Não consegue tomar o público. Mas cambaleante desse jeito, conta com perfeição a história da Maria, uma menina meio cambaleante, que sofre mas não nos desperta o perdão. Um filme gauche.

6.3.06

Todo mundo deveria ler pelo menos um livro do Joel. Ele é bom. Fala das questões negras de um jeito único. E fez isso em Filhas do Vento. Uma beleza de filme. Argumento simples, o que exige muita sutileza para contar.

Filhas do Vento, de Joel Zito Junior

10.2.06

Até ano passado eu também queria fazer mega exposições. Hoje não. Muitas obras dificultam o entedimento, aceleram o tempo de fluência de cada obra e diminui o grau de entendimento.Eu também quero luzes e flashes. Depois que tenham me entendido, claro.

7.2.06

Graças à força do cinema enlatado "Made in USA", muitos atores estrangeiros que, digamos, "atuaram" em filmes de ação e aventura são verdadeiros símbolos de força, masculinidade e bravura no mundo todo. É o caso do trio Bruce Willis, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. Não há quem não lembre de cenas marcantes desses astros em clássicos como "Duro de Matar" , "Rambo" ou "O Exterminador do Futuro". É fato.

Contudo, um outro ator muito mais forte, másculo, bravo e sobretudo talentoso, é, curiosamente, muito menos prestigiado por aqui. Por isso, enumero abaixo algumas verdades indubitáveis sobre Chuck Norris extraídas do site (http://www.chucknorrisfacts.com/):

1 - As lágrimas do Chuck Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora nunca. Nunca!

2 - Chuck Norris não dorme. Ele espera.

3 - Chuck Norris está atualmente processando a NBC. Ele alega que "Lei e Ordem" são os nomes patenteados para suas pernas ("Lei" a esquerda, "Ordem" a direita).

4 - Se você pode ver Chuck Norris, ele pode ver você. Se não pode ver Chuck Norris, você pode estar perto da morte.

5 - Chuck Norris contou até o infinito. Duas vezes.

6 - A última página do Guiness (livro dos recordes) diz em letras miúdas: "Todos os recordes do mundo pertencem a Chuck Norris . Nós apenas nos damos o trabalho de listar os segundos colocados em cada categoria."

7 - A Grande Muralha da China foi originalmente construída pra impedir a entrada de Chuck Norris naquele país. Ela falhou miseravelmente.

8 - Se você perguntar ao Chuck Norris que horas são, ele sempre dirá, "Dois segundos até..." Depois de você perguntar "Dois segundos até o quê?" ele dará um roundhouse kick na sua cara.

9 - Chuck Norris vendeu sua alma ao diabo para ter seu visual bacana e suas habilidades incomparáveis de artes marciais. Pouco tempo depois da transação terminar, Chuck Norris deu um roundhouse kick na cara do diabo e pegou sua alma de volta. O diabo, que aprecia ironia, não conseguiu ficar bravo e admitiu que deveria ter previsto isso. Eles agora jogam poker todas as segundas quartas-feiras de cada mês.

10 - Chuck Norris uma vez comeu 72 Kg de carne em uma hora. Ele passou os primeiros 45 minutos fazendo sexo com a garçonete.

11 - Quando Chuck Norris recebe os impostos, ele manda de volta folhas brancas com uma foto dele agachado, pronto para atacar. Chuck Norris não teve que pagar impostos nunca. Nunca!

12 - Chuck Norris era um dos personagens originais do jogo "Street Fighter II". Ele só foi removido porque todos os botões faziam ele dar um roundhouse kick. Quando perguntaram sobre essa falha do jogo, Chuck Norris respondeu: "Que falha do jogo?"

13 - Chuck Norris tem duas velocidades: Andar e Matar.

14 - Uma vez Chuck Norris comeu um bolo inteiro antes que seus amigos pudessem lhe contar que havia uma stripper dentro.

15 - Wilt Chamberlein declarou já ter dormido com mais de 20.000 mulheres em toda sua vida. Chuck Norris chama isso de uma "terça-feira monótona" .

16 - Quando Deus disse "Que se faça a luz!", Chuck Norris falou "Diga 'por favor'."

17 - Uma vez Chuck Norris desceu a rua com uma ereção massiva. Não houve sobreviventes.

18 - Chuck Norris não lê livros, ele os encara até conseguir toda a informação que precisa.

19 - Chuck Norris jogou roleta russa com um revólver totalmente carregado e ganhou.

20 - Chuck Norris não tem um forno ou microondas, pois, como todo mundo sabe, "a vingança é um prato que se come frio."

21 - Chuck Norris pediu um Big Mac no Bob's. Ele foi atendido.

22 - Algumas pessoas usam uniforme do Superman. Já o Superman usa uniforme de Chuck Norris.

23 - Não existe queixo por trás da barba de Chuck Norris, apenas outro punho.

24 - Chuck Norris só passa as noites com a luz acesa. Não, Chuck Norris não tem medo do escuro, mas a recíproca não é verdadeira.

25 - Certa vez Chuck Norris deu um roundhouse kick tão rápido que quebrou a velocidade da luz, voltou no tempo e atingiu um navio chamado Titanic.

26 - Uma vez Chuck Norris desafiou o ciclista Lance Armstrong para ver quem tinha mais testículos. Chuck Norris ganhou por 5.

27 - Armas não matam. O que mata é Chuck Norris.

Enfim, há muito mais a ser dito. Mas não quero me alongar. Só tô avisando para deixar algumas coisas bem claras. Detesto que cometam injustiça com os meus alunos.

4.1.06

O livro do verão: A dieta do Abdomen.
Esqueci o autor.
O melhor livro de nutrição, estilo de vida e outras coisas. Mas a gente conversa sobre o valor nutricional do livro quando o verão acabar.

19.12.05

Vc escolhe uma musica e ele já sabe o que vc quer ouvir

www.pandora.com
Uma nota sobre livros de arte.

Eles custam bem mais caro do que os outros livros.
Eles tiram o espaço dos livros de teoria.
Eles desincentivam as pessoas a irem a exposições, já que as pessoas podem ver as obras em casa.
Mas sem eles, como vamos "conhecer" tais obras?

6.12.05

www.terrorismografico.com.ar

Vale a pena apesar da demora para carregar.

11.11.05

Muito bom o trabalho dele.

www.guedel.biz

9.11.05

Um homem acorda. Ele mora em uma caixa. Sai da caixa e entra em uma menor, capaz de se locomover. Alguns minutos depois, ele sai dessa pequena caixa e entra em uma igualmente pequena, mas que se locomove na vertical. Ao sair, ele entra em uma outra caixa. E passa o dia lá. Ao anoitecer, ele novamente entra na caixa vertical e depois na caixa horizontal e volta para a sua caixa de origem.
Será que existe vida fora da caixa?

3.11.05

Filme da vez: Jardineiro Fiel. Excelente. Tudo do filme é de primeira: direção, roteiro, acting, casting, fotografia. Fiquei orgulhoso de ter sido dirigido por um brasileiro. A história emociona. Conta como laboratórios europeus testam medicamentos no Quênia. Eles usam quenianos como cobaias e não estão nem aí para os efeitos colaterais. O filme é muito mais que isso, mas vou parar por aqui.
Fiquei pensando na mulher que saiu chorando do cinema. Ela, ao contrário do pessoal do laboratório, se importava com as pessoas sendo tratadas como cobaias, com a exploração de um país. Passei pela mulher e me convenci mais ainda da fragilidade humana. De não sabermos lidarmos com as coisas. De termos várias explicações para um fenômeno. Várias vertentes, várias óticas. Me convenci da nossa incompetência perante o mundo, da total ausência de rumo, da inexistência de um manual para a vida. Só isso poderia gerar atrocidades, na visão de um, ou ser só um jeito de ganhar dinheiro, na visão de outro. Só isso geraria indignações no público, até mesmo revolta, ou reações blasé.
Me senti indignado com a situação exposta no filme. Mas minha opinião é só mais uma difusa conclusão dessa vida que não tem manual.

28.10.05

Você é um brasileiro pocoto?

http://wmv.cc/luciano/videos.htm

25.10.05

Conto Moderno


Conheci-a. Olá, aceita um namoro? Não, obrigada. Vamos ao cine então? Ok. Esse filme combina tanto com uma beijoca. Smack. Debaixo do prédio. Teligo amanhã? Não, não precisa. Poxa…tudo bem. Ligo dias depois. Vamos resolver tudo com uma amizade? Vamos, isso estava me matando. Tenho uma novidade: estou namorando. Que canalha.

20.10.05

www.cursododalto.com.br

14.10.05

Todo mundo fala que uma imagem é lida muito mais rápido que um texto. Por isso esse enxurrada de imagem na nossa cabeça: celular que tira foto, ipod com vídeo, mp3 com vcd. Eu discordo. Para mim isso é desculpa para gente continuar burro. Ou você entende um caravaggio em 30 segundos?

http://www.emaus.org.br/galeria/caravagio.jpg
Você sai de casa e vai até a parada de ônibus. Você entra na condução e de repente o motorista pára no meio do caminho. Ele desce do ônibus e entra em uma casa. Depois de algum alvoroço você descobre que ele está visitando a esposa e vai demorar uma meia hora.
Reação sua: ah vá para puta que o pariu motorista.
Reação dos outros: ah di boa. Vamos conversar um pouco.

Isso acontece em Samoa, uma ilha paradisíaca da Oceania.

E você, tá correndo para quê?

30.9.05

http://www.volumezero.org/draw

27.9.05

Para aquela galera que gosta de sair correndo pelado em campo de futebol.

http://www.streaking.co.uk/halloffame01.htm

23.9.05

Vão ver Hotel Ruanda. Nem preciso dizer que o texto é bom pacas. Ah, e imagem tb eh texto viu queridas leitoras.

14.9.05

Filem bom tem que ter um texto bom. Não adianta. Não importa sobre o que é a história. Só interessa como ela é contada. Já vi filme bom sobre lutador de boxe, sobre jogador de sinuca e sobre jogador de poker. Esse é o truque. Tornar interessante uma cena em que o cara vai matar a bola 8 sem matar o bolão. Precisa de um baita texto.

9.9.05

Ele sabe fazer internet, mas fica fazendo isso.


http://www.izpitera.ru/lj/tetka.swf
Você já tentou passar alguma data comemorativa sem dar presentes?

8.9.05

Equação matemática


Definitivamente eu não tenho preferência.

Elas podem ser de qualquer jeito.

Mas que tenham o mesmo dinheiro que eu.

Que saiam para os mesmos lugares.

Eu não quero gordas.

Nem altas demais.

Nem ligadas em moda demais.

Talvez uma pessoa não muito alta.

Não pode ser muito branca.

Eu não procuro por elas o tempo todo.

Nem com a mesma intensidade.

29.8.05

Ei tarados, cuidado! Vcs nao sabem do q um celular com camera eh capaz.


http://www.flickr.com/photos/94886948@N00/35501732/in/photostream/

26.8.05

Li uma crítica sobre shakespeare dizendo que ele só é bom por causa do texto. Que a história nem é lá essas coisas. Mas contada de uma forma excepcional se torna brilhante. A mesma coisa acontece com Closer - perto demais de Mike Nichols. A direção é legal, a fotografia não atrapalha, a atuação tb. Mas o que arrebenta mesmo é o texto. Basta imaginar um diálogo entre um dermatologista e uma fotógrafa. Tem tudo para dar errado, mas não deu. Se eu fosse você ia correndo ver Closer. Talvez você aprenda a escrever um pouquinho.

23.8.05

O filósofo paulista, Sérgio Lima, lançou um livro com apenas 22 frases. O resto são indicações bibliográficas. Apartir de uma frase você deve ler obras de outros autores. Com essa sequencia de estudos, Sérgio vai construindo seu raciocinio.
Infelizmente vou ficar devendo o nome do livro. Prometo em breve avisá-los.

19.8.05

O amor não acaba

O amor acaba em cafés engordurados. Acaba ao meio do cigarro. Ou no desenlace das mãos no cinema. Como se elas soubessem antes que o amor tinha acabado.
O amor não se vai. Ele fica ali. Cigarros nos dedos…aquela fumaça que passa em nossa frente. Que a brisa do vento não responde ao bater em nosso rosto. Os olhos querem ir ao longe, mas não passam da confusão. Tudo o que foi dito sobre o assunto. Onde estavam essas pessoas?
O amor fica. E impregna nas roupas, nas fotos. Daqui há um instante você esquece isso. O amor nunca sai. É ruim…
Pense na tristeza. As mãos já não são mais tão sensíveis. Qual vai ser o próximo passo de dança?
Eu penso todos os dias na mesma coisa. Já não é mais amor.

Colaboração de Paulo Mendes Campos

16.8.05

Dessa vez eu não vou falar nada. Só vejam o documentário Da Vinci, o criador do Sudário?, do National Geographic. É sem comentários.

2.8.05

www.mundoperfeito.com.br
Eu vi Frida, mto bom. A história é boa, o roteiro é bom, os atores são bons. Mas quem comanda mesmo é a diretora Julie Taylor. Mostrar as inspirações que levaram a um quadro de uma pintora que pintava sentimentos não é nada fácil. Ainda mais sem usar palavras.

19.7.05

Vixi maria, cadê nossa privacidade?
earth.google.com
Hj tem celular que acessa internet, ipod que baixa noticia e mais um tanto de gadget pra deixar vc conectado com a mesma noticia que toca na rádio, que passa na televisão e que vc já ouviu todo mundo do trabalho comentar.
Vá ler jornalismo de verdade...

Pif Paf - 40 anos depois.
Millor Fernandes
Editora argumento

12.7.05

A parede


Um dia o cara parou na frente de um quadro e começou a rir. O pintor, achando aquilo tudo muito estranho, se aproximou e perguntou: por que o senhor ri tanto? Olha, a mulher está verde. Mas meu senhor isso é um quadro, não é uma mulher.
Por que a parede de uma casa tem que ser branca? Ou azul? Ou verde? Ou de uma cor só numa chatice sem fim?
Vai parede, me chama para dançar. Me diz algo bonito. Invade o teto e flerta com a luminária, com o quadro, com a cortina. A parede é a única que não tem libido.
Eu quero essa parede imóvel. Imóvel e companheira. Para eu olhar para ela todos os dias. Nos bons e nos ruins.
O que vai ter na minha parede? Não sei…é a parede quem escolhe. A vida é dela.
A minha parede vai ser minha se ela me aceitar. Ela vai dizer algo de mim se ela quiser. Ela vai ser simples ou complicada se ela quiser. Ela só não vai ser livre porque ela não quer.

8.7.05

www.hotelfox.dk
Eu vi Flashdance. Melhor, eu revi. Antes eu achava brega. Agora eu continuo achando brega, mas é muito bom. Não que eu esteja gostando do brega, mas a fotografia é muito boa. O lance de filmar na contraluz, de usar fundo infinito nas cenas de dança, os skylines da cidade. Tudo muito bem pensado e executado. E o aquecimento antes da dança? Cena estourada das partes do corpo, só a luz direta entrando pela janela. Muito bem feito. Vale a pena dar uma olhada no trabalho do diretor: Adrian Lyne.